|
|
30.7.07_________________________________________________________________
Vi(r)a HomemQuando pequeno, eu considerava que a síntese do homem adulto estava nos calçados que fizessem toc-toc e nos paletós/casacos/jaquetas com bolsos internos.Aos 24, os bolsos muito me agradam. Os sapatos, ainda não. Blog é literatura?Desde que Maria José foi embora, não se interessou por qualquer uma das poucas que cruzaram seu caminho. O sentimento geral era de desinteresse pelo sexo feminino, o que não significava nenhuma mudança de padrão, pois muito menos lhe interessavam os homens. Só deixou de pensar nelas como ocorria antes de Maria José ou quando Maria José estava sempre presente, quando ainda não tinha ido embora.Muito bom esse blog do Alexandre Rodrigues. Eu ainda não lia. 29.7.07_________________________________________________________________
Bipolaridades do além-marÀ tarde, no trabalho, uma epifania dá conta de que o único meio de alcançar o que desejo em tempo hábil é ficando aqui de forma permanente. Penso em buscar a residência.À noite, em casa, bate um certo cansaço de tudo isso. Vontade de voltar no fim do ano. Ambas as idéias logo passaram. De volta à incerteza do meio-termo, por onde trafego a maior parte do tempo. ReferênciasFalando em comerciais que se aproveitam de alguma onda, aqui também passa um reclame de uma marca de café que é claramente inspirado na pilha do famoso clipe do OK Go.Tem mais algum bom exemplo, mas esqueci. Burp. Acabei achando também isso, um trecho de um programa de comédia daqui que tem um quadro no qual eles jocosamente "põem à prova" as premissas das mais variadas propagandas televisivas. 28.7.07_________________________________________________________________
More bulletsMuitas coisas soltas pra contar:* Fui no tal programa de tevê essa semana. Nunca tinha participado de um antes. É interessante saber dos detalhes por trás da produção e tudo mais. Parece uma área legal de se trabalhar. Quanto à sorte no jogo, se ausentou. As regras são peculiares e complexas, não cabe tentar explicar. Mas no primeiro jogo do primeiro dia, fiquei a um número do bingo - e quem chega nessa situação tem que se levantar na platéia, ao pedido do apresentador. Certamente nesse momento vou ter um destaque na telinha, hehe. Rolou um pavor legal de saber que se saísse o maldito número do veado eu ganharia de repente 5.000 dólares, ou seja, algumas viagens e uma bateria eletrônica. Oh, well. Mas é um bico bem exaustivo, esse. Cadeiras ruins matando a bunda e aplausos até as palmas doerem e os braços cansarem. Ir duas vezes já bastou - e nem o incentivo visual em forma de uma assistente de palco absolutamente deslumbrante chamada Renée muda isso. Deve estrear em algumas semanas, no Channel 7. * Consegui baixar dois discos do Envy (Insomniac Doze e All The Footprints You've Ever Left And The Fear Expecting Ahead) e meu receio se revelou certeiro: no estúdio os berros ganham destaque e meio que estragam a brincadeira, pro meu gosto. Queria ouvir com aquela função karaokê ligada. * Terça passada fui ao cinema ver Transformers. Não tenho números, mas aposto que quebra algum recorde de explosões. E quer saber? NEM TÔ, é um ótimo filme. Abusa das fórmulas hollywoodianas até a última gota, mas também não interessa, EU GÓSHTCHU. Sou mesmerizado por uma tremenda gostosa e não me importo. As carangas também ajudam. E, é claro, os saudosos transformers, que, além de bem feitos e interpretados (boas vozes), realmente aparecem muito no filme, ao invés de serem apenas o chamariz do cartaz. Me lembrei daquele (excelente) comercial da Citroën do ano passado (ou aquele outro) e me pergunto se pode uma coisa dessas. Digo, teria a empresa pago pra retratar algo tão intimamente relacionado à marca Transformers? Pelo menos essa campanha saiu muito tempo antes do filme; pior é o anúncio da Holden (GM) que acaba de chegar à tevê daqui, usando a mesma referência. Pô. * Milan (Bruce Willis + Fatboy Slim, ver foto abaixo) foi embora quinta-feira. Em seu lugar, no mesmo dia, entrou meu novo colega de quarto: HARSHA, um indiano que parece ser bem parceiro. Conversamos por um bom tempo logo de cara. Ele não se parece com o típico indiano; diz que no restaurante africano onde trabalha sempre arriscam que ele é de Marrocos ou algo do gênero. Compreendo. Só o sotaque que entrega, aquele Kwik-E-Mart-ês infalível. Os outros novos habitantes, que não cheguei a apresentar antes, são Radek e Nicola. Também legais, mas com um inglês mais fraco, principalmente ela. Eles têm um Banco Imobiliário versão Simpsons que é trimassa, jogamos ontem por horas. Placar do apê: República Tcheca 4, Brasil 1, Índia 1. Fotos, só quando eu arrumar a câmera. Argh. 23.7.07_________________________________________________________________
PlumOntem fizemos uma janta de despedida pro Tibor e pro Kamil, que voltaram pra casa hoje. Tibor cozinhou um goulash muy picante, e bebemos. Bastante. Comecei com cerveja, passei pela cuba libre (até uísque foi junto com a vodka) e terminei no vinho barato. Me estraguei afu.No fim da noite, eu estava gravando um vídeo enorme e engraçado, e deixei a câmera cair. Não foi uma queda das piores, aparei com a perna como de costume, mas bastou pra deslocar as lentes. Agora não há mais foco, e o conjunto não se retrai totalmente quando desligo a máquina. Merrrrrda. Odeio estragar coisas. Heh. Ainda não sei se rola garantia ou se vou sofrer o pênalti no conserto. A queda ficou registrada no vídeo, uma pérola de 1,6 giga. Antes disso, deu tempo de bater umas fotos, e essa me faz rir muito:
Já entrou um novo casal tcheco no quarto que Tibor e Kamil ocupavam. E putz, a mina é muito gatinha. Xarope. 22.7.07_________________________________________________________________
This is madnessThis is Sparta. Bom. Massa. Porém, apenas 24 horas depois do TRAUMA que foi a apresentação do Envy, pareceu ver dvd em casa. Digo, VCD bootleg. Não pude me empolgar muito, só com "Cut Your Ribbon", mesmo. "Collapse", minha segunda favorita, veio numa versão aguada, de refrão molenga (que sina). Mas foi legal. Jim Ward é um bom camarada.Under the seaNa semana passada, eu e a Paty fomos ao aquário de Sydney. Um bom passeio. A bateria da minha câmera morreu no meio, o que é sempre frustrante, mas deu pra captar o básico. Perto do fim, passei a fazer vídeos, que gastam menos energia. Das fotos, o melhor está aqui.Seguindo o fluxo do Flickr, se chega nas fotos do show do Bob Log III. Gênio. 20.7.07_________________________________________________________________
Honorável rockOk. Há pouco recomendei Bob Log III, um mestre do entretenimento, mas apenas aos seres providos de senso de humor - "I Want Your Shit On My Leg" não é hit pra qualquer um.Agora, Envy é coisa muito séria. Durante a semana, senti que era meio arriscado ter decidido ir num show só porque soube que "o cara do Mogwai disse que é bom". Tentei, então, conferir o Myspace da banda, mas foi impossível ouvir a amostra; atingimos o limite de tráfego da internet aqui no apê, e desde então a velocidade está reduzida a discada-style. Sofrível. Resolvi conferir a banda mesmo assim. Fui ao Spectrum direto do trabalho (sem câmera, infelizmente) e perdi a primeira banda. A segunda, chamada Between Devil and The Deep, era boazinha. Composições legais, mas acho que o vocalista está atrapalhando a banda - não só pelo visual e atitude não condizentes, mas também pela voz insegura na gritaria. A banda seguinte, a última antes da Envy, me deixou seriamente preocupado. Foi um berreiro descabido do início ao fim, toda santa sílaba na mesma nota, me senti um adolescente presenciando aquilo. Sentei e comecei a pensar que, se a pilha da Envy fosse parecida, tinha acabado de tocar 30 dólares na privada. Seria Stuart Braithwaite capaz de tamanha falha de julgamento? Subiram os japas no palco e tratei de me concentrar neles. O guitarrista que estava mais perto de mim apresentou um belo conjunto de pedais, o que me deu esperança. No centro, o vocalista ajeitou seu sintetizador, o que também foi bom sinal. Aí eles começaram. No decorrer da primeira música, meu sorriso parecia que ia rasgar, tamanha minha alegria por não estar perdendo aquilo. Quando essa música de abertura acabou, eu estava quase chorando, provavelmente mordendo o punho ou tapando a boca aberta, em choque. Tímpanos já avariados. E esse é um parágrafo completamente literal. O vocal estava soterrado, de forma que nem sei em que língua estão as letras, mas, pra mim, assim estava perfeito. Quero dizer que não garanto que, nas gravações, um vocal salientado não arruine o produto final. E é claro, também acho difícil que eles estejam conseguindo captar em estúdio toda a brutalidade e energia da apresentação ao vivo. Tudo que sei é que o que aconteceu a dois metros do meu nariz na noite desta sexta foi realmente foda. Resumidamente, posso tentar dizer que esse quinteto japonês faz um post-rock com dose elevada de METALLL. Um som que nunca ouvi igual. Pega um caldeirão e bota um pedação de Mono, uma fatia de Mogwai, adiciona Deftones ou Thrice ou talvez Thursday, e umas pitadas de SAMURAIS, NERDS, MILITARES e HEADBANGERS. Daí REZA PRO CALDEIRÃO NÃO EXPLODIR E ACABAR COM TODA A VIDA NA TERRA. Se der certo, deve sair algo como Envy. Baixa aí que eu baixo aqui. 18.7.07_________________________________________________________________
Bullets* A manhã de ontem foi a mais fria registrada em Sydney em 21 anos. No lado oeste da cidade foram medidos 2,8 graus negativos. Às oito, quando saí de casa, aqui no centro, tava ruim, mas nem tanto.* Um canal de tevê daqui mostrou uma notícia sobre um estudo que testou a velha "regra dos cinco segundos" (três pra alguns), que afirma que quando comida cai no chão, se juntada rápido o suficiente, pode ser comida sem problemas. A pesquisa revelou que, na verdade, a janela de segurança é de 30 segundos! Claro que, mesmo assim, os cientistas responsáveis não recomendam a prática. Até porque, para alimentos mais úmidos, o período é menor. * Eu sempre achei que os minutos eram os mesmos no mundo inteiro, e apenas a casa das horas mudava com os diferentes fusos. Só recentemente descobri que aqui na Austrália (não que seja o único caso) existe um fuso somente meia hora atrasado em relação a Sydney. * Quando ouço uma mensagem de secretária eletrônica que diz algo como "sorry, I can't get to the phone right now", eu imagino uma pessoa rastejando sofridamente em direção ao telefone. Como um paraplégico sem cadeira de rodas. Ou imagino um obeso que não conseguiu levantar da poltrona a tempo pra atender. Coisas do tipo. * Minha agência de FIGURÂNCIA (totalmente inútil até hoje) me convidou a participar das gravações de um novo game show, chamado NATIONAL BINGO NIGHT. Parece que cada um da platéia (da qual farei parte) tem a chance de levar 5 mil doletas simplesmente jogando bingo. Cachê de 50 pila pela presença. Só poderei ir em duas das quatro datas: quarta e sexta da semana que vem. Desejem sorte; se eu ganhar, levanto com as mãos no saco e grito BINNNNNNGO, PORRA! 15.7.07_________________________________________________________________
Tit-clappingONTEM
14.7.07_________________________________________________________________
Linhas tortasUma das histórias mais curiosas que eu tenho pra contar é sobre como consegui meu primeiro emprego. Alguns dos leitores já conhecem.Primeiro semestre de 2001, primeiro semestre na FABICO. Um ponto alto era a aula de redação com a Magali: sempre descontraída, por vezes constrangedora, mas geralmente digna de nota. Eu ia bem. Por algum motivo, a nota máxima que ela dava pra redações era B+; o A só seria usado na nota do semestre. Tirei B+ em todas, exceto, ironicamente, a única em que eu realmente tinha algo pra dizer, que me rendeu um B. Ao terminar cada redação, eu pedia pra minha irmã dar uma olhada e dizer o que achava, e por isso ela pôde acompanhar meu desempenho nessa cadeira. Acontece que na mesma época, ela fazia terapia. Numa das sessões, porventura contou pra psicóloga sobre mim, e como eu tinha começado a estudar publicidade na UFRGS, e como eu escrevia bem e tirava boas notas na cadeira de redação. MEANWHILE, IN A SPACE OVER TATOOINE... Err, digo, enquanto isso, quem visitava a mesma psicóloga era um cidadão chamado GUTO. Ele havia sido colega do meu irmão no curso de publicidade na ULBRA, que ambos haviam terminado um par de anos antes. Guto tinha aberto uma pequena agência de publicidade, e em certa sessão desabafou à psicóloga que estava em situação complicada: os redatores da agência tinham abandonado o barco repentinamente, e ele se encontrava desesperado, sem ninguém pra escrever qualquer coisa. Aí entra a pitada POLÊMICA da história. Visando o bem maior, a psicóloga decidiu quebrar o código de ética da profissão e revelar o que minha irmã tinha contado anteriormente, sobre esse rapaz que estava fazendo publicidade na UFRGS e escrevia bem. Veio à tona, ainda, que seria o irmão menor do Fernando, seu amigo da ULBRA. Feita essa ponte moralmente repreensível, Guto não hesitou em ligar pra minha casa me oferecendo um estágio na Duplo M. Bem, no primeiro semestre da Fabico, não se aprende NADA de prático. Então NADA era TUDO que eu sabia sobre o funcionamento de uma agência, as diferentes funções e tudo mais. Respondi algo como "olha, eu sou bom de idéias, mas ainda nem sei usar nenhum programa tipo Corel e tal...", e ele disse que tudo bem, que a vaga era de redator e que pra isso só precisava escrever, mesmo. Fiquei feliz em saber que tal cargo existia, pois era bem o que eu queria, hshs. Marcamos uma entrevista, que foi mais como uma visita. Como eu obviamente não tinha nem sombra de portfolio, Guto pediu pra eu levar as tais redações da Magali. Hehe. Ele leu, achou legal, me deu as boas-vindas. Perguntei sobre roupas e ele disse que não vindo de bermuda (como eu estava no momento), tudo bem. E então me passou ao saudoso FRANCO ROSSI, um dos DOIS diretores de arte da agência, para que ele me desse um tour básico pelas dependências e o resumão do funcionamento das coisas. Lembro especificamente dele me falando do PIT (pedido interno de trabalho, mas ele não disse isso) e eu sem saber se era do inglês PITCH, no sentido de "discursinho preparado pra convencer alguém". Lembro também do Guto sendo categórico: "tu não vai aprender PORRA NENHUMA na faculdade. É tudo trabalhando". Isso era, se não me engano, no dia 27 de setembro de 2001 (aniversário do meu pai, dois patinhos de costas na lagoa). No dia seguinte eu tinha uma viagem pra Florianópolis, prêmio da gincana do Pastor Dohms que acontecera pouco antes - da qual (não) participei como ex-aluno (no dia da gincana eu estava no RIO atrás de uma LOUCA PAIXÃO). Enfim, eu já estava com um pé no ônibus, então perguntei se podia começar na semana seguinte. Hehe, nacaratto, mas não teve problema. E assim foi.
Nesse momento a UFRGS estava passando pela Grande Greve de 2001 - que só terminaria em dezembro. Portanto, eu podia ir à agência em turno integral (não que rendesse mais dinheiro, é claro). A atividade em si era muito legal, lembro de dizer aos amigos que perguntavam que era o que eu queria fazer pro resto da vida. Esse começo foi o melhor, porque eu era o ÚNICO redator da agência, então tudo feito lá tinha meu envolvimento. Quando finalmente começou meu segundo semestre, eu só podia entrar à tarde. Depois de um tempo assim, decidiram adicionar um redator experiente, e foi então que eu caí pra segundo plano, com trabalhos mais chatinhos. Somado a isso, fui me desmotivando também com a rotina de longas horas e curtas recompensas, aquela velha história. Pensei "bom, se eu continuar assim, vou me mergulhar irreversivelmente nessa vidinha e terei pouca JUVENTUDE pra contar". Pô, anos de universidade, dizem que são os melhores, não? Hehe. Assim, numa tarde fria de junho de 2002, pedi pra sair. Fui imediatamente pro Parcão com um milkshake do McDonald's e deitei na grama. Bem hippie. Embora seja estranho imaginar um hippie encasacado. E endossando McDonald's, ainda por cima. De tempos em tempos me pergunto se fiz a coisa certa. Tendo "me mergulhado", eu certamente estaria bem inserido no mercado a esta altura do campeonato. Quiçá até recebendo um salário quase digno. Menos pontos de interrogação na cabeça, talvez. Mas quando penso em todas as situações, nesses últimos cinco anos (!), nas quais só pude me meter por ter o tempo livre... Julgo que está bom assim. "Aaah, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser, aceito a condição". 11.7.07_________________________________________________________________
One Step More And You DieExtraído da última edição da ótima revista grátis semanal THE BRAG, que me informa até DEMAIS:Stuart from the mighty Mogwai - folks who know a fine racket when they get belted around the body by it - reckons Japanese outfit, Envy are one hell of a live act with "qualities of both a raging tornado and the calmness after a storm". He sure has our attention and we reckon Envy will nail yours during their Australian tour this month. Dates are 19 July at the Green Room, Canberra and 20 July at Spectrum. http://www.myspace.com/officialenvy. Irei. Mas não é só isso. Eis o parágrafo seguinte: Japan's truly amazing sonic instrumentalists, Mono will be here in August. Their current, Steve Albini produced slab, You Are There on Australian label, Sensory finally captures their force of nature live sound - both power and fragility - on tape and a compilation is also on the way entitled Gone which features a collaboration with fellow thumpers, Pelican. As some smart soul said of Mono: "This band isn't heavy like Black Sabbath. They're heavy like Beethoven." Nice. Dates are 30 August at the Manning Bar with guests from Japan, World's End Girlfriend. Irei AFU, obviamente. 10.7.07_________________________________________________________________
A/S/L?Outra coisa que decidi conferir esses dias foi o tal do Second Life, jogo/site/programa que contém UM MUNDO no qual milhões de pessoas realmente vivem uma vida alternativa. Na verdade eu fui influenciado; tropecei no "snapshotolog" do Cardoso, conta no Flickr onde ele mostra os melhores screenshots de suas aventuras virtuais. Vi ali umas situações interessantes, hehe, então pensei: por que não? Não entrei muito até agora, e quando entrei o lag era forte, então ainda não tenho opiniões válidas. Fiquem apenas com meu eu-lírico:Chop SueyPerdi umas horas dessas férias por culpa da Lu, que linkou no blog dela o iLike. Ainda nem prestei atenção no que o site como um todo propõe, mas fui fisgado pelo quiz musical que tem lá. Comecei e não consegui parar, então cuidado aí. Quando consegui, era esse meu desempenho:9.7.07_________________________________________________________________
Das hiperdocumentaçõesNas últimas duas semanas eu estive de férias do curso de markerting. Durante férias, estudantes podem trabalhar mais do que o limite legal de 20 horas semanais, e pensando nisso eu fiquei em Sydney e me disponibilizei a pegar muitos turnos na AMR. Acabou acontecendo exatamente o contrário, e eles não me deram porcaria nenhuma, dizendo que estão com pouco trabalho no momento. Resultado: descanso forçado e muito ócio. E mais festas.Com a conexão lerda foi sofrido, mas acabo de atualizar o Flickr (e também o fotolog) com várias imagens que contam das últimas noitadas selvagens. Não perdem, gurizes. É daqui pra direita. O tempo foi bonito durante toda a semana passada. Hoje, volta às aulas, chuva feia o dia todo. Murphy morde a língua (não falo do gorila de brinquedo). 3.7.07_________________________________________________________________
ChoraiTodos nos divertimos com aquele estúdio de fazer caricaturas no estilo South Park. Agora, no site promocional do filme dos Simpsons que tá pra sair, tem uma ferramenta pra fazer avatares ao traço de Matt Groening. |